O grupo inicia a turnê de divulgação "Back to Hell" com mais de 50 shows na carreira, tendo se apresentado em eventos como Festival Metal Pesado Brasileiro, Semana Do Rock De Osasco, Rock Na Praça e Maniacs Metal Meeting, dividindo o palco com Krisiun, Gorgoroth, David Shankle (Manowar), Kiko Loureiro Trio, Korzus, Almah, Torture Squad, Claustrofobia, Project46, Made In Brazil, Voodoopriest, entre outros. 

Integrantes:
Glauber Barreto - vocal e guitarra
Rodrigo Torres - guitarra e backings vocals
Ziel Lagoin - baixo e backings vocals
 
BACK TO HELL - FAIXA A FAIXA:
 
THE SKIES ARE FALLING: Vida extraterrestre é um assunto que todos na banda se interessam, tanto que o Glauber Barreto já participou de vários simpósios de Ufologia e coleção de revistas sobre o tema. The Skies Are Falling foi escolhida como faixa de abertura porque tem uma pegada mais thrash. A letra aborda não apenas sobre alienígenas, mas sobre uma invasão, a aniquilação da raça humana, um inferno causado por extraterrestres. "Esse tema pode parecer viagem ou ficção, mas são tantos os relatos e, com a evolução tecnológica e o ser humano indo cada vez mais longe no espaço, pode ser uma questão de tempo até algo assim acontecer", observa Glauber Barreto. "Isso foi uma das coisas que compor em inglês nos proporcionou, pois falamos de ficção sem soar infantil ou debochado, coisas que em português seria impossível."
 
DEMONS OF WAR: Baseada no estresse pós-traumático que os combatentes sofrem com a guerra. A banda teve contato direto com um soldado que serviu no Iraque e confidenciou algumas experiências vividas sobre como a guerra pode mudar e destruir a vida das pessoas. A sensação seria a de viver em um constante pesadelo, pois, mesmo voltando para casa, não se sentia em paz e seguro. Assim, começou a beber para fugir das perturbações e dos sonhos recorrentes de que ia morrer. "É como se a guerra fosse um fantasma que sempre o assombraria. A guerra e a destruição por ela causada é um tema que gostamos de falar e abordamos na música 'Extinção', do álbum 'Cidade em Caos'", conta Rodrigo Torres. "A guerra é um catalisador que homem usa para resolver seus conflitos por meio da violência e nossa sociedade foi moldada em sangue. Temos a ideia de que o homem, em essência, é ruim, não consegue viver sem conflitos. Apesar de a guerra ter um 'vencedor', todos voltam 'perdidos' para os seus lares."
 
THE TRAVELLER: Escolhida como segundo single, é a "música pop" do álbum, que fala sobre viagem no tempo. "Nossa geração cresceu vendo filmes como, De Volta para o Futuro e Exterminador do Futuro, e esse tema nos faz pensar sobre o tempo e suas variáveis, sobre o que poderíamos mudar nas nossas vidas e na história", explica Barreto. "Contamos a história de um viajante no tempo que tenta mudar o destino, mas sempre algo acaba ficando para trás. Imagine ter o poder de deixar viver ou matar, evitar ou criar tragédias. A viagem no tempo seria a arma mais poderosa de todas, algo que precisaria de sabedoria pra ser usada, pois você poderia acabar com o mundo." 
 
BACK TO HELL: Faixa-título do álbum, foi escolhida pelo nome impactante e por abordar sobre a dependência das drogas e o inferno que os dependentes enfrentam. O pacto com o demônio, a busca incessante pelo prazer, a perda da dignidade e a volta ao inferno. "Todos conhecemos ou lidamos com dependentes em algum momento de nossas vidas. É um assunto complexo, mas que precisa ser abordado. Assim, temos uma das músicas mais pesadas do álbum", destaca Torres.
 
ALL THE LOST SOULS: Fala sobre o lado sombrio do ser humano, a corrupção e o ódio. "São tempos onde as pessoas se venderam, fazem tudo por dinheiro, não existe diálogo ou compreensão, vivemos guerreando e nos matando. Nós mesmos criamos e vivemos nosso inferno", observa Barreto. "É incrível como as pessoas que têm a mesma energia acabam se juntando. Pobres almas perdidas tão donas da verdade, sempre colocam a culpa do mundo na conta dos outros."
 
DYING IN THE WRONG LIFE: Faixa mais rock'n'roll do álbum, traz elementos do início do Válvera. Com tema contestador e libertário, fala sobre não passar a vida inteira fazendo algo que não gosta, não ser um escravo do sistema. "Essa música tem um dos maiores solos de guitarra do álbum. Ela mistura bases e riffs de rock'n'roll com um refrão mais moderno. Temos uma até uma parte à la ZZ Top", analisa Torres.
 
THE KING OF DESPAIR: Com referência em Gengis Khan, é música temática do álbum. "Da Batalha das Termópilas a guerras recentes, o ser humano fez sua história forjada em sangue. Sofremos nas mãos de tiranos, de reis que levavam o desespero, saqueando, estuprando e matando", relata Barreto. "Essa é a primeira música que usamos sintetizador em um dos duetos de guitarra e temos no refrão um coro poderoso, com uma levada viking metal", completa Torres.
 
GATES OF HELL: "Ninguém sente a dor que você se sente, você está sozinho. Não há deuses para ouvir suas preces na escuridão"... Baseada no livro "A Divina Comédia", de Dante Alighieri, fala sobre uma alma que vaga pelo inferno. "Gosto muito de ler livros e esse é um dos meus favoritos! Sempre quis fazer uma versão dessa história. Inserimos um trecho do livro, em que o Glauber declama com voz de demônio a inscrição contida nos portões do inferno", conta Barreto. "Ela é uma das nossas músicas mais trabalhadas, com muitas mudanças de tempo, riffs e vários solos", acrescenta. 
 
ACT I: Longa faixa instrumental, traz diferentes elementos,

inclusive uma levada de death metal, blast beat, solo de baixo,

além de sons psicodélicos e uma abertura macabra, com sinos,

vento, cítara e sintetizadores. "Tem tudo e é até difícil explicá-la,

mas estamos orgulhosos porque conseguimos fazer uma música

longa, instrumental se tornar interessante!", analisa Torres.
 
Para ouvir 'Back To Hell', acesse um dos links abaixo:
Spotify: https://goo.gl/wo7JZw
Deezer: https://goo.gl/xwhQQ7
Itunes: https://goo.gl/pqG4df
 

 

 

Para mostrar os dois lados da moeda, objetivando aumentar a visibilidade de seu trabalho no exterior, o Válvera optou por ter letras em inglês em seu segundo álbum, "Back to Hell". "Sempre tivemos o interesse em saber como nossas músicas soariam em inglês, além de termos vários fãs e produtores que pediam nosso som em inglês temos vontade de fazer uma tour internacional", explicou Glauber Barreto, vocalista e guitarrista. Sucessor de "Cidade em Caos", "Back to Hell" foi gravado, mixado e masterizado no Mr. Som Studio por Marcello Pompeu e Heros Trench. "O show de lançamento ocorreu em novembro de 2017, no Manifesto Bar, contando com participações especiais de Victor Guilherme, da Mattilha, e Drio Navacinsk, Diego Inhof e Bruno Ricardi, da banda Eutenia. Porém, o melhor de tudo foi que o público aprovou as músicas novas, incluindo 'Demons of War', primeiro single e clipe do novo álbum, além de cantar também as faixas em português", comemora Barreto. "Back To Hell", que contou com arte gráfica de Marcelo Vasco e fotos de Edu Lawless, foi lançado digitalmente no dia 12 de dezembro em todas as plataformas digitais. "As músicas foram produzidas e compostas pela banda. Isolamo-nos por duas semanas em um sítio no interior de São

 

Paulo para criar e trabalhar nas composições. Depois, tivemos a colaboração de amigos americanos e canadenses, que supervisi-onaram a ortografia e fonética de 'Back To Hell'", explica o guitarrista Rodrigo Torres.

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